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Portal with RTX é o caso citado pelo autor da rota Remix; a versão 2.0.8 passou a interpretar o log do runtime trocado.

DLSS 5 Autopilot 2.0.8 melhora diagnóstico do Feeder e RTX Remix

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  • Última modificação do post:2 de outubro de 2026
  • Categoria do post:Gráficos / Notícias
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O DLSS 5 Autopilot 2.0.8 foi lançado em 30 de setembro de 2026 com novas verificações para três rotas usadas nos experimentos comunitários de Neural Rendering: DLSS5-Feeder, RTX Remix e OptiScaler. Em vez de apenas conferir se os arquivos foram instalados, a ferramenta agora lê sinais produzidos durante a execução e tenta explicar por que o passe neural funcionou, falhou ou nem chegou a ser iniciado.

A atualização sucede a versão 2.0.7, que já havia ampliado o diagnóstico do bridge e do Frame Generation. Portanto, o delta da 2.0.8 está na leitura de outros componentes da cadeia. O projeto também corrige relatórios truncados, logs antigos aceitos como atuais e jogos iniciados por outro executável ou por outra pasta.

O DLSS 5 Autopilot continua sendo uma ferramenta comunitária. Ela não transforma essas rotas em suporte oficial da NVIDIA e não elimina riscos de incompatibilidade. Além disso, o próprio autor informa que leu parte dos novos sinais diretamente no código e nos arquivos dos projetos, mas não executou todos eles em sua máquina de testes.

Biblioteca do DLSS 5 Autopilot com jogos e estados de instalação

A biblioteca do Autopilot reúne jogos, emuladores e o estado de cada rota instalada. Imagem: Kizzuwatnaa/DLSS5-Autopilot.

DLSS 5 Autopilot 2.0.8 entende o log do Feeder 1.18

A mudança mais direta acompanha o DLSS5-Feeder 1.18.0-beta.1, que levou o helper de 64 bits ao shadPS4. Essa beta passou a registrar o resultado retornado pelo próprio NGX quando a criação do DLSS falha.

Agora, o recurso did it work? lê essas linhas. Se o NGX recusar a criação do recurso, o Autopilot mostra o resultado informado pelo runtime. Quando o Feeder conclui que o DLSS não pode ser configurado dentro do processo do jogo, a ferramenta explica esse cenário e aponta para outra rota.

O diagnóstico também reconhece uma instalação inválida com os dois add-ons de 64 bits na mesma pasta: dlss5-feed.addon64 e dlss5-feed-helper.addon64. O primeiro executa a rota normal dentro do processo. Já o segundo entrega os frames ao host externo de 64 bits. Por isso, misturar ambos não representa uma configuração suportada.

A versão estável mais recente do Feeder continua sendo a escolha padrão do Autopilot. A beta 1.18 aparece na opção de pré-lançamento. O autor do Autopilot afirma que implementou a leitura a partir dos arquivos da beta, porém não executou essa combinação em sua própria máquina. Assim, o suporte descreve o código e o formato do log, não uma validação independente em vários jogos.

Tela de jogo do DLSS 5 Autopilot com rota e diagnóstico

A página individual do jogo mostra a rota escolhida, o estado da instalação e a opção de verificar o resultado. Imagem: Kizzuwatnaa/DLSS5-Autopilot.

RTX Remix ganha verificação do passe neural

A rota RTX Remix também recebe uma mudança importante. O Autopilot passa a ler o log do runtime trocado, baseado no projeto lunks/dxvk-remix-plus-dlssnr. Antes, a presença de um log não mostrava de forma confiável se o Neural Rendering realmente havia processado frames.

Na versão 2.0.8, frames avaliados contam como funcionamento confirmado. Por outro lado, uma tentativa que falha mostra o motivo retornado pelo NGX. Se o log não contiver nenhuma linha neural ou se o passe estiver desligado, a ferramenta evita classificar a sessão automaticamente como falha. Em vez disso, ela pede ao usuário que informe o resultado observado.

Esse cuidado reduz falsos negativos. Uma sessão sem atividade neural pode significar que o recurso ficou desligado, que o jogo não chegou ao trecho esperado ou que a cadeia nem tentou iniciar o passe. Portanto, ausência de linha não equivale por si só a uma falha do runtime.

O autor cita Portal with RTX como jogo no qual o desenvolvedor do runtime relata funcionamento. Entretanto, o próprio criador do Autopilot não executou essa rota em sua máquina de testes. A afirmação deve ser entendida como relato do projeto integrado, não como benchmark independente da versão 2.0.8.

Portal with RTX em uma câmara de testes com path tracing

Portal with RTX é o caso citado pelo autor do runtime usado na rota Remix; a imagem ilustra o jogo e não comprova a execução da versão 2.0.8. Imagem: NVIDIA/Hardware Upgrade.

OptiScaler informa DLL não carregada e pasta incorreta

O terceiro avanço envolve o OptiScaler. Quando não existe um log do projeto, o Autopilot verifica quais DLLs estavam carregadas no processo do jogo no momento da inspeção.

Se o executável não carregar o nome de proxy escolhido, a ferramenta identifica o arquivo ausente e sugere outra opção em loads as. Esse diagnóstico ajuda em jogos que ignoram version.dll, mas aceitam nomes como dxgi.dll, d3d11.dll ou outro proxy compatível com a API usada.

Além disso, o Autopilot compara a pasta do processo em execução com o diretório configurado. Se o launcher iniciar outro executável ou uma cópia em outro local, a interface mostra os dois caminhos. Dessa forma, o usuário consegue distinguir uma falha real do OptiScaler de uma instalação feita na pasta errada.

A mudança complementa as correções publicadas no DLSS 5 Autopilot 2.0.7. A versão anterior melhorou a leitura do bridge, ampliou os nomes de proxy para Frame Generation experimental e reforçou a restauração de arquivos. Agora, a 2.0.8 usa o que o processo carregou para explicar a falha da mesma rota antes de sugerir uma alternativa.

Relatórios passam a incluir o mesmo trecho usado pelo diagnóstico

A atualização também corrige uma diferença entre a verificação e o relatório de bugs. O recurso did it work? lia os 400 KB finais dos logs, enquanto o relatório anexava apenas 100 KB. Depois de uma sequência longa de erros, as linhas que decidiram o diagnóstico podiam ficar fora do arquivo enviado.

Agora, os dois caminhos usam o mesmo volume de dados. No caso do OptiScaler, o relatório também recorta apenas a execução mais recente. Assim, o desenvolvedor recebe as mesmas evidências que produziram o veredito mostrado na interface.

Outro ajuste impede que um log antigo do RTX Remix seja aceito como prova de que a instalação atual funcionou. A ferramenta compara o registro com a instalação e trata um arquivo anterior como ausência de log.

Atualização preserva configurações e verifica o próprio download

Quem atualiza a partir de uma versão 2.0.x pode usar o botão de atualização. O programa baixa a build 2.0.8, confere o SHA-256 com o arquivo SHA256SUMS.txt publicado na release e oferece reinicialização em um clique.

Configurações, biblioteca, jogos ocultos e perfis permanecem preservados. A verificação do hash melhora a integridade do download, embora não substitua a conferência da origem. O repositório oficial e a página oficial de releases continuam sendo as referências corretas para obter o executável.

Como o Autopilot instala componentes de vários projetos, a procedência de cada rota também importa. O DLSS 5 Swapper 2.2.9, por exemplo, atualizou wrappers e corrigiu a inicialização do ReShade em jogos antigos. O Autopilot segue outra abordagem, mas enfrenta o mesmo desafio de combinar DLLs, proxies e loaders sem confundir instalação com execução real.

Versão 2.0.8 melhora a resposta para “funcionou?”

O DLSS 5 Autopilot 2.0.8 não adiciona um novo modelo neural nem promete mais FPS. Seu avanço é diagnóstico: ele interpreta sinais do Feeder 1.18, do runtime RTX Remix e do processo que deveria carregar o OptiScaler.

Essa distinção é tecnicamente relevante porque os pipelines comunitários dependem de várias camadas. Um arquivo pode estar na pasta correta e ainda assim nunca ser carregado. Da mesma forma, um log pode existir sem registrar uma tentativa neural válida.

Ao separar esses casos, a ferramenta reduz conclusões erradas e produz relatórios mais úteis. Ainda assim, algumas integrações foram implementadas a partir do código e dos arquivos dos projetos, sem teste local completo do autor. Por isso, a versão 2.0.8 deve ser tratada como uma melhoria concreta de diagnóstico, não como certificação de compatibilidade.

Fontes: DLSS5-Autopilot 2.0.8 — release oficial | DLSS5-Autopilot — repositório oficial | DLSS5-Feeder 1.18.0-beta.1 — release oficial.