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NeuralScreen 2.1.9 corrige desempenho minimizado

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  • Última modificação do post:29 de setembro de 2026
  • Categoria do post:Gráficos / Notícias
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NeuralScreen 2.1.9 foi lançado em 29 de setembro de 2026 com três correções voltadas ao uso diário do Neural Rendering do DLSS 5 no Windows. A atualização impede perda de desempenho quando a janela do programa fica minimizada, corrige o modo de janela no Windows 10 e elimina um caso em que o painel podia abrir sozinho na inicialização.

O patch chega depois do NeuralScreen 2.1.8 e mantém o foco da série 2.1 em problemas reproduzidos por usuários e medições do próprio projeto. O desenvolvedor também atualizou a documentação técnica após confirmar que o custo do processamento varia com a escala de trabalho quando o Boost está ativo.

O vídeo acima mostra o NeuralScreen em uso com Neural Rendering. A versão 2.1.9, porém, não troca o modelo neural nem adiciona um novo modo visual: ela corrige comportamento do programa ao redor do pipeline.

NeuralScreen 2.1.9 evita queda ao minimizar

A principal mudança responde a relatos de que a imagem ficava fluida com o programa visível, mas o desempenho despencava quando a janela era minimizada. Segundo a documentação da release, o Windows 11 pode reduzir a classe de qualidade de serviço de processos associados a janelas minimizadas ou totalmente ocultas.

O NeuralScreen agora usa a opção documentada de ProcessPowerThrottling para impedir essa redução de velocidade. A configuração vem ativada por padrão e alcança também o processo worker. O próprio projeto alerta que manter desempenho integral em segundo plano pode aumentar consumo e temperatura.

Há uma ressalva importante: o desenvolvedor não conseguiu reproduzir a queda no próprio benchmark. Com a opção ativa, ele mediu 107,9 FPS com a janela visível e 110,4 FPS minimizada; com a opção desligada, registrou 109,8 FPS. Portanto, a correção se apoia no comportamento documentado do Windows e nos relatos recebidos, não em uma reprodução local da falha.

NeuralScreen 2.1.9 no repositório oficial do projeto

Projeto NeuralScreen no GitHub. Imagem: perseval-BLR/NeuralScreen.

Windows 10 recupera o efeito no modo de janela

A segunda correção ataca um problema específico do Windows 10. No modo de uma janela, o programa conseguia desenhar a moldura de captura, mas o efeito neural desaparecia. O erro estava na comparação entre o tamanho do buffer capturado e a área usada para posicionar o overlay.

Em um caso medido pelo projeto, a captura retornava 1354×853 pixels, enquanto a moldura DWM tinha 1340×846. Como o buffer parecia maior que a superfície de destino, o NeuralScreen escondia o overlay. A versão 2.1.9 passa a considerar a borda medida no Windows 10 antes dessa comparação. No Windows 11, onde essa diferença não ocorre da mesma forma, a regra anterior continua válida.

Painel deixa de abrir sozinho na inicialização

O terceiro ajuste resolve um comportamento curioso: quando o cursor estava parado sobre a barra de tarefas, o menu podia abrir sozinho ao iniciar o programa. O desenvolvedor reproduziu o problema em quatro de quatro inicializações nessa posição e em zero de quatro quando o ponteiro estava em outro lugar.

A causa estava na pequena janela usada para criar o botão da barra de tarefas. Ao aparecer, ela podia assumir o foco e produzir a mesma sequência de ativação que o programa interpretava como um clique real. Agora, a inicialização usa um caminho que mostra essa janela sem roubar o foco.

Boost também ganhou documentação mais precisa

A release corrige ainda um comentário técnico antigo sobre o tempo de avaliação da GPU. Com o Boost ativo, a escala de trabalho realmente altera o custo: o projeto registrou 2,75 ms na escala 0,3 e 6,15 ms na escala 0,6. Com o Boost desligado, os valores ficaram praticamente iguais, em 15,97 e 15,90 ms.

Esses números pertencem ao benchmark do desenvolvedor e não representam desempenho universal em qualquer GPU ou jogo. Ainda assim, eles esclarecem por que reduzir a escala pode acelerar o pipeline quando o Boost participa do processamento.

A suíte de testes da versão terminou com 231 verificações aprovadas, nenhuma falha e seis testes ignorados. Para quem acompanha a evolução do projeto, o NeuralScreen 2.1.7 havia atacado diretamente o pacing do Frame Generation; já a 2.1.9 concentra-se em comportamento do Windows, interface e consistência operacional.

Fontes: release oficial do NeuralScreen 2.1.9; repositório oficial do NeuralScreen.