Asuka 120% Final ganhou uma recompilação nativa para Windows baseada na versão japonesa de PlayStation. Além disso, o projeto Asuka120 Recompiled v0.1 transforma o código do jogo em um executável x64 e exige que o usuário forneça sua própria cópia legal do jogo.
O trabalho usa o PSXRecomp para traduzir o código original e compilar uma versão voltada ao PC. Assim, a proposta difere de simplesmente abrir o jogo em um emulador tradicional, embora o runtime do projeto ainda assuma partes do hardware do PlayStation.
Asuka 120% Final chega ao Windows por recompilação
Segundo a documentação do projeto, o processo parte do disco original do usuário. Em seguida, o script valida os arquivos necessários, prepara a ferramenta de compilação e gera o executável Asuka120_Recompiled.exe.
Cena de Asuka 120% Final: Burning Fest. Final na versão de PlayStation. Fonte: TheGamesDB.
Além disso, o launcher integrado oferece ajustes de vídeo, áudio, controles e memory cards. Com isso, o projeto facilita a execução no Windows sem distribuir os dados comerciais do jogo original.
Como funciona a recompilação de Asuka 120% Final
O repositório descreve uma cadeia que converte o código MIPS do PlayStation para C antes da compilação no PC. Dessa forma, o código principal roda de forma nativa, enquanto o projeto ainda fornece a camada necessária para componentes do console.
Da mesma forma, esse modelo lembra outros trabalhos recentes de recompilação. Além disso, o Allves Games acompanhou o MediEvilRecomp para PC e a decompilação de Digimon World 3 e 2003.
Arte da edição japonesa de Asuka 120% Final: Burning Fest. Final para PlayStation. Fonte: Family Soft / BDJogos.
O que é necessário para jogar
O projeto não distribui o conteúdo comercial do jogo. Portanto, o próprio usuário precisa fornecer uma cópia legal para gerar os arquivos privados que o processo exige.
Por enquanto, o projeto mira Windows x64. Além disso, o desenvolvedor comentou que existe uma edição oficial de PC de 1998 com assets melhores e demonstrou interesse em estudá-la futuramente. No entanto, o projeto ainda não confirmou suporte a essa edição.